A escola foi inaugurada em
05/04/1959 com o nome de Grupo Escolar “Dr. Gabriel Martins”. Ofertava na época
o Curso de 1º Grau (1ª a 4ª série) e tinha com Entidade Mantenedora o Município
de Londrina.
Em 1964 a mantenedora
passou para o governo do Estado com o nome de Grupo Escolar de Tamarana e a
partir de 1980 passou a se chamar Escola Estadual “Professora Maria Cintra de
Alcântara” em homenagem à Professora Maria Cintra de Alcântara.
Foi implantado em 1985 o
Curso Propedêutico no período noturno. Com a mudança de grade passa para a
Educação Geral em 1988. Nesta época extingue se o 1º Grau e implanta se a
Habilitação Magistério para funcionar no período diurno.
Em 1989, o Curso de
Educação Geral passa a funcionar como: Educação Geral - Preparação Universal
havendo nova alteração com implantação gradativa de grade.
Em 1997, com a emancipação
do Município, o ensino fundamental de 5ª a 8ª série mudou de órgão mantenedor
de Prefeitura para Estado.
Foto 1 - visão da frente da escola
A escola situasse na zona
urbana, sendo a única no Município que oferta os anos finais do Ensino Médio,
portanto atende alunos da zona rural e urbana.
Nossa escola vem vivendo
momento de ressignificação de suas funções sociais, políticas e pedagógicas. A
escola situasse na zona urbana. É a única escola estadual que oferece ensino
fundamental aos anos finais e ensino médio regular do 1º ao 3ºano.
Segundo dados do IBGE
(2010), o município possui população rural superior à população urbana.
Contudo, a escola atende alunos de áreas rurais e urbanas, muitos deles
provenientes de assentamentos rurais e comunidade indígena.
Esta caracterização de seu
alunado (jovens) confere ao colégio um contexto bastante heterogêneo quanto à
comunidade escolar. Ela possui características de escola urbana e de escola de
campo. Este contexto sócio espacial faz com que o colégio contemple em seu
P.P.P. Alguns pressupostos da educação do campo e da educação escolar indígena,
situação complexa e desafiadora, tratando se de uma escola que atende a
diversidade.
A comunidade escolar
atendida no período matutino é composta de alunos provenientes da zona rural,
filhos de trabalhadores da lavoura, proprietários de pequenos sítios, chácaras,
assentamentos sem terras e indígenas, alunos que necessitam do transporte
escolar, muitos caminham quilômetros até chagar a linha do ônibus que conduzem
até a escola.
O período vespertino
atende alunos provenientes da classe média e baixa. São filhos dos
trabalhadores do comércio, pequenas empresas, autônomos, profissionais liberais
e diaristas sem vinculo empregatício.
O período noturno é
composto por alunos trabalhadores do campo, do comercio, das pequenas empresas,
diaristas, indígenas Kaingang do grupo Jê e alunos que se demonstram
vulneráveis socialmente.
Nessa diversidade em que o
colégio esta inserido, busca o atendimento e a oportunizarão um trabalho que
atenda a realidade dos grupos específicos e de alunos com necessidades
especiais. O direito à diferença significa não apenas a tolerância, aquele que
é diferente de nós, mas implica a revisão de um conjunto de ações propostas
pela escola.
Neste contexto há
necessidade de relacionamento as diferenças existentes as TIC e as TDIC. As TIC
são as tecnologias Digitais e as TDIC são as Tecnologias Digitais de Informação
e Comunicação.
Nessa sociedade
digitalizada e globalizada, na qual informações são transmitidas rapidamente, as
TIC e TDIC estendessem a todos os setores da sociedade envolvendo desde o
cartão de crédito até os mais sofisticados computadores.
O avanço tecnológico
interfere em todas as áreas, na forma de adquirir conhecimentos e de pensar,
agir, sentir, relacionar e ser dos cidadãos. Impõe assim mudanças na
organização e na natureza do trabalho. A velocidade do campo informacional
necessita de permanente atualização do homem que exige uma nova cultura.
Esta nova sociedade,
também chamada de sociedade do conhecimento, requer novas competências e novas
atitudes, exigindo um indivíduo atuante, pensante, pesquisador, com autonomia
intelectual. Cabe então à escola, enquanto instituição responsável pela
formação do indivíduo, formar pessoas capazes de lidar com o avanço
tecnológico. Precisa colocar a tecnologia em favor da educação.
A incorporação das
tecnologias da informação e comunicação na escola vem se concretizando com a
maior frequência nas situações em que nós diretores e comunidade escolar se
envolvam nas atividades, como sujeitos do trabalho em realização, uma vez que o
sucesso desta incorporação está diretamente relacionado com a mobilização de
todo pessoal escolar, cujo apoio e compromisso com as mudanças envolvidas neste
processo não se limitam ao âmbito estritamente pedagógico da sala de aula, mas
se entendem aos diferentes aspectos envolvidos com a gestão de todos os
profissionais que atuam na escola fortalecendo o papel da direção na Gestão das
Tecnologias de informação e comunicação e na busca de condições para seu no
processo de ensino e aprendizagem.
Esse contexto exige que os
professores incorporem à sua pratica diária essas tecnologias, visando ao
favorecimento da aprendizagem necessária à atuação na sociedade atual. A
incorporação da imagem, do som e dos movimentos, colocada na escola a serviço das
diversas áreas do conhecimento, enriquece as experiências dos alunos, tornando
a escola mais viva e dinâmica.
O projeto Conectados 2.0
tem como objetivo favorecer e ampliar a discussão e o uso das tecnologias
educacionais, ofertar a formação com ênfase a temática “Educação na cultura
digital” e suas relações com a escola, o currículo e a sociedade, assim como
incentivar a pratica de produção de objetos educacionais a partir do acesso às
ferramentas e aplicativos disponíveis na Web.
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